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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

LIVROS EM PDF NA BIBLIOTECA.

VERIFICAR NO BLOG A BIBLIOTECA VIRTUAL.


LIVROS DISPONÍVEIS EM PDF:

Grey, 50 Tons - Coleção completa, a Submissa, O Dominador, A Bibliotecária, Mentes Perigosas, Sadomasoquismo sem medo...Confira!!!

terça-feira, 6 de setembro de 2016

DEPRESSÃO COMO ENFRENTAR!

Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking da prevalência da doença em países em desenvolvimento


Com a crise econômica , o desemprego atingindo todas as famílias-  ou alguém ligado a nós ou os familiares estão sofrendo com esta situação; gerou-se um aumento acentuado no quadro depressivo do brasileiro.



A situação econômica,  criada, por uma crise moral e de gestão, afetou diretamente a vida emocional e psíquica do nosso povo. 




É uma epidemia que tem sintomas característicos, não confundir depressão com tristeza, uma é uma doença a outra ocorre por variação de humor e situações.


O maior perigo da depressão é o suicídio ou tentativa de suicídio , podendo gerar sequelas para o resto da vida da pessoa, sem falar nas consequências espirituais para quem o tenta!

Sintomas:


  • Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia;
  • Desânimo, cansaço;
  • diminuição ou incapacidade de sentir prazer, até mesmo em atividades anteriores que eram prazerosas;
  • Desinteresse e apatia;
  • Falta de vontade e indecisão;
  • Sentimento de medo, insegurança, desespero, vazio;
  • Interpretação distorcida e negativa da vida;
  • Perda de peso, insonia-pode acontecer o inverso aumento excessivo do sono;
  • A pessoa pode desejar morrer e planejar até uma forma de cometer suicídio, ou cometer suicídio;
  • Perda do interesse sexual.1
Não brinquemos com  depressão, caso se conheça alguém assim, tenha paciência, mas fique atento. Se você que está lendo este texto e estiver com estes sintomas, procure um médico , pois é algo mais forte do que a sua vontade.

Como enfrentar:
  • Procure identificar os sintomas e leia o que puder sobre esta doença;
  • Vá no médico , e se informe sobre os efeitos dos remédios medicados- muitos deles reduzem a libido, outros engordam, se informe.
  • Mude a sua vida: durma bem, se alimente melhor; faça esportes;
  • Recupere cuidados negligenciados, se for mulher- vá num cabeleireiro, compras, sem ser compulsiva; homens- veja um jogo que estava esperando tenha prazer nisto.
  • Busque ficar perto de pessoas positivas;
  • Mantenha-se ocupado, nada de ociosidade, se não tiver muitas atividades invente;
  • Se recompense , cada vitória se dê um presente;
  • Comece a escrever sobre a sua vitória sobre a depressão; 
  • Ajude outros;
  • Não alimente pensamento negativo, caso ele venha dialogue com eles em sua cabeça, tente ver sempre o outro lado;2
  • Boa sorte.

É algo sério mas pode ser vencida, tenhamos certeza que após uma pessoa passar por este momento delicado ela será outra .

Ter uma vida sexual ativa, pode dificultar o aparecimento da depressão- uma sessão BDSM libera muito endorfina e dopamina, dando uma sensação de bem-estar e prazer.

Todas as pessoas sérias e com muitos compromissos já tiveram depressão, você não é o primeiro nem o último!

Marcelo Santos


Um vídeo que ajuda a enfrentar a depressão.










SEGUNDA É DIA DE FILME-

CONTOS PROIBIDOS DO MARQUÊS DE SADE



PREFACIO DA "HISTÓRIA DE O". BELÍSSIMO!

PREFÁCIO DA HISTÓRIA DE O


PREFÁCIO - A FELICIDADE NA ESCRAVIDÃO 

Uma revolta em Barbados Uma singular revolta ensangüentou, no correr do ano de mil oitocentos e trinta e oito, a tranqüila ilha de Barbados. Cerca de duzentos negros, tanto homens como mulheres e todos recentemente promovidos à liberdade pelos Decretos de março, vieram uma manhã pedir ao seu antigo senhor, um certo Glenelg, que os retomasse como escravos. Foi feita a leitura do caderno de queixas, redigido por um pastor anabatista que os acompanhava. Em seguida, engajou-se a discussão. Mas Glenelg fosse por timidez, por escrúpulos ou simplesmente por medo das leis, recusou-se a se deixar convencer. Por isso, a princípio foi gentilmente empurrado, e depois massacrado com toda a sua família pelos negros que nesta mesma noite voltaram às suas cabanas, às suas tagarelices e aos seus trabalhos e rituais de costume. O caso pôde ser rapidamente abafado graças às diligências do Governador Mac Gregor , e a Libertação seguiu seu curso. Quanto ao caderno de queixas, nunca mais foi encontrado. Às vezes penso neste caderno. É provável que, ao lado das justas queixas referentes à organização das casas de trabalho (workhouse), à substituição da prisão pelo chicote e à proibição feita aos “aprendizes” _ como eram chamados os novos trabalhadores livres _ de ficarem doentes, contivesse pelo menos o esboço de uma apologia da escravidão: como, por exemplo, a observação de que as únicas liberdades às quais somos sensíveis são aquelas que jogam o outro numa servidão equivalente. 
Não se encontra um homem que se alegre apenas por respirar livremente. Se, por exemplo, obtenho o direito de tocar alegremente o meu banjo até as duas horas da manhã, meu vizinho perde a liberdade de não me ouvir tocando banjo até as duas da manhã. Se consigo chegar a não fazer nada, meu vizinho deverá trabalhar por dois. E , aliás , como se sabe, uma paixão incondicional pela liberdade certamente provocará no mundo, e bem depressa, conflitos e guerras não menos incondicionais. Acrescente-se que o escravo estando destinado, graças à Dialética, a tornar-se por sua vez senhor, estaríamos sem dúvida errados em querer precipitar as leis da natureza. Acrescente-se, enfim, que não deixa de haver grandeza e inclusive alegria em abandonar-se à vontade de um outro (como acontece com os apaixonados e os místicos) e em ver-se, enfim! aliviado de seus prazeres, interesses e complexos pessoais. Em resumo, este pequeno caderno representaria hoje, mais ainda do que há cento e vinte anos, uma heresia: um livro perigoso. É de uma outra espécie de livros perigosos que se trata aqui; precisamente, dos eróticos. Decisivo como uma carta Aliás, por que são chamados perigosos? Isso é no mínimo imprudente, pois como no sentimos geralmente corajosos, parecem convidar-nos a lê-los e a nos expormos ao perigo. E não é sem motivo que as Sociedades de Geografia aconselham aos seus membros que nos relatórios de viagens não insistam sobre os perigos passados. Não se trata de modéstia, é para não tentar ninguém (como se vê pela facilidade das guerras). Mas que perigos são esses? Há um pelo menos que da minha posição posso perceber muito bem. É um perigo modesto. A História de O evidentemente é um desses livros que marcam seu leitor _ não o deixando, sem tê-lo antes transformado parcial ou completamente e que, curiosamente, misturam-se com a influência que exercem transformando-se por sua vez. 
Após alguns anos, não são mais os mesmos livros, de forma que as primeiras críticas tornam-se logo um pouco simplórias. Mas não importa, um crítico nunca deve hesitar diante do ridículo. O mais simples nesse caso é confessar que não sou muito competente. Vou percorrendo estranhamente a história de O, como se fossem uns contos de fadas _ todos sabem que os contos de fadas são os romances eróticos das crianças _ como nesses castelos feéricos que parecem completamente abandonados , mas onde, entretanto, as poltronas com seus couros, os tamboretes e os leitos de colunas não têm um grão de poeira e onde já encontramos as chibatas e os chicotes; eles aí estão, se posso dizer assim, como se estar aí fosse próprio de sua natureza. Não há suspeita de ferrugem nas correntes, nem de umidade nos azulejos de todas as cores. Se há uma palavra que imediatamente vem ao meu espírito quando penso em O é a palavra “decência”. É uma palavra que seria muito difícil justificar. Passemos. E como este vento que corre sem parar, que atravessa todos os cômodos, também sopra em O algum espírito, sempre puro e violento, sem descanso e sem mistura. É um espírito decisivo ao qual nada atrapalha: nem os suspiros em meio aos horrores, nem o êxtase em meio à náusea. E tenho que confessar ainda que meu gosto em geral vai para outro lado: gosto das obras em que o autor hesita; em que mostra, por uma certa dificuldade, que o assunto inicialmente o intimidou; quando pensa que talvez nunca conseguisse dominá-lo completamente. Mas a História de O é conduzida do início ao fim, como uma ação de impacto. Faz pensar mais num discurso do que numa simples efusão; numa carta, mais do que num diário íntimo. Mas uma carta endereçada a quem? O discurso, a quem quer convencer? E a quem perguntar isso? Nem mesmo sei quem você é. Que é uma mulher, não tenho dúvidas. Não tanto pelos detalhes que tanto lhe agradam dos vestidos de cetim verde, das presilhas e das saias tantas vezes levantadas, “como um cacho de cabelos preso por um grampo”. Mas eis por que: no dia em que René a entrega a novos suplícios, O guarda suficiente presença de espírito para observar que os chinelos de seu amante estão gastos e que será necessário comprar outros. E é isto que me parece quase inimaginável. É isto que um homem nunca teria encontrado, ou que, em todo o caso, nunca teria ousado dizer. E , no entanto O expressa, à sua maneira, um ideal viril; viril, ou pelo menos masculino. Finalmente uma mulher que confessa; mas que confessa o quê? Aquilo que as mulheres em todos os tempos se proibiram (mas nunca mais do que hoje), e que os homens de todos os tempos têm lhes solicitado: que não deixem de obedecer ao seu sangue; quando nelas tudo é sexo, até mesmo o espírito. Que se deveria constantemente alimentá-las, lavá-las, Que tudo o que necessitam é de um bom senhor, que , entretanto desconfie de sua bondade: pois para se fazerem amar por outros, são capazes de usar toda a animação, a alegria e a naturalidade que devem à nossa ternura, desde o momento em que a declaramos. Enfim, que se deve levar um chicote quando se vai ao seu encontro. Poucos são os homens que não sonharam possuir uma Justine. Mas nenhuma mulher, que eu saiba, tinha ainda desejado ser Justine. Em todo caso, não em voz alta, com esta altivez do gemido e das lágrimas, com esta violência conquistadora, com esta avidez pelo sofrimento e com esta vontade feita de uma tensão que leva ao dilaceramento e à desintegração. Mulher talvez, mas que tem algo de cavalheiro e de cruzado, como se possuísse as duas naturezas, ou como se o destinatário da carta estivesse a cada instante tão presente que lhe emprestasse os seus gostos e a sua voz. Mas que mulher é essa e quem é você? De qualquer forma, a História de O vem de longe. Nela experimento primeiro este repouso, como nesses espaços que surgem em uma narrativa que durante muito tempo foi carregada por seu autor, de lhe ser familiar. Quem é Pauline Reagé? Será uma simples sonhadora como outras? (Basta escutar seu coração, dizem-me: é um coração que nada pára). Ou é uma dama que teve essa experiência, que passou por isso e que se admira de que uma aventura que tinha começado tão bem _ ou pelo menos tão gravemente, na ascese e na punição _ acabe tão mal, numa satisfação suspeita? pois afinal, e nisto estamos de acordo, O permanece numa espécie de prisão domiciliar onde o amor a fez entrar; permanece aí e não se sente tão mal assim.

(CONTINUA)

O LIVRO COMPLETO ESTÁ NA BIBLIOTECA.

BDSM: INFORMAÇÃO NÃO É CONHECIMENTO!

INFORMAÇÃO SOBRE BDSM , NÃO É CONHECIMENTO DO BDSM!





Vivemos em uma época marcada pela informação, temos acesso através dos meios de comunicação de massa, de informações como em nenhuma época da humanidade. Contudo, estas nem sempre são relevantes, nós absorvemos e guardamos o que é importante para a nossa visão de mundo e nossos desejos. Somos seres do desejo!


Da mesma forma acontece com determinadas áreas do saber, as informações estão a disposição de quem quiser , muitos leem textos e se apropriam de determinadas palavras e ritos, porém não significa que se tem conhecimento do assunto. Assim também acontece no BDSM. Muitas pessoas leem textos e termos relacionados a este universo, contudo não significa que seja um conhecedor. 

Vemos às vezes isto nos grupos do face, determinados assuntos são  levantados para um aprofundamento e o que temos são expressões dogmáticas- parece que estamos lidando com uma religião com os seus dogmas e crenças; mas quando se tenta sair da superfície para de fato um conhecimento, fazendo conexões com outras áreas do saber , o que temos é um esvaziamento da discussão. Falta profundidade e capacidade de conhecimento transversal. Lamentável!




Ter contato com palavras e termos não faz ninguém um conhecedor, principalmente de uma relação que precisa de contato físico e de trocas. BDSM tem teoria, pois algumas informações são importantes para se saber conduzir na relação, contudo BDSM é prática. A relação D/s é visceral, as informações que se tem, seja na internet ou em livros, é a visão e percepção de quem escreveu- embora exista conhecimentos comuns: negociação, contrato , cerimônia da coleira, a consensualidade... mas cada relação é uma, única! 

Saber fazer conexões das informações entre si, e com outras áreas do conhecimento é que faz com que surja o saber e novas frentes nunca antes pensadas. O BDSM é uma fronteira da sexualidade humana que está sendo gradualmente  descoberta, novos horizontes do prazer, novas formas de sentir, um novo diálogo entre dor e prazer... ou seja, um universo novo que só agora a humanidade está tendo contato e descobrindo, fruto de uma evolução que possibilitou maior liberdade individual.


Quando se conhecer alguém que vive falando palavras ligadas ao mundo BDSM e frases feitas, aprofunde o conhecimento, para verificar se tal  já teve alguma experiência prática e não se envolva com pessoas que não sejam sinceras- melhor saber pouco e crescer no conhecimento, do que se dizer um conhecedor e colocar em risco o outro em uma sessão!
Lembremos sempre, informação não é conhecimento!

Vídeo sobre dado, informação e conhecimento.




MARCELO SANTOS

ENTREVISTA COM DIVALDO FRANCO , TALVEZ O MAIOR MÉDIUM DA ATUALIDADE.


ENTREVISTA COM DIVALDO FRANCO NO JÔ DIA 01/09/2016





Confira vale a pena! 

BDSM E CATARSE!

CATARSE E BDSM!



A pressão da sociedade, as múltiplas cobranças, nos faz diariamente negar nossos desejos e sonhos! Acordamos com o despertador, o sono é regulado pelos compromissos, tomamos café quando dá- priorizamos o trabalho, a faculdade...almoçamos às vezes, vamos ao banheiro, tomamos o transporte, tudo de forma autômata e sem liberdade. Tornamo-nos o que sempre lutamos para não ser, escravos da rotina e da sobrevivência. Os relacionamentos afetivos acompanham esta lógica- o bom namorado ou ficante, é o bom partido, bonito, com emprego estável e péssimo na cama, a boa namorada ou ficante é a boa dona de casa, honesta , trabalhadora, mas que não toca as cordas do coração.

Assim vamos levando, desejos...deixamos de lado, sonhos... sepultamos na tv de 50 polegadas, nos filmes, ou nos livros. Bebemos para esquecer, usamos drogas lícitas ou não para encontrar alívio, a sensação de estar vivo, começa a desaparecer, trabalhamos muito , chegamos tarde em casa, e sempre se perguntando como escapar desta prisão que a vida se tornou.

Os desejos não sumiram, se na adolescência era com a menina ou o menino bonito e alegre, agora os desejos são com uma dominadora forte e poderosa que lhe curva diante dos desejos dela ou uma submissa(o) que você enverga quase levando ao limite, chicotes, algemas, correntes e cordas são os sonhos que povoam a  mente e a imaginação.

Um dia começa a procurar na internet, o que vem a ser esses desejos, se quer identificar o que se sente! Procura, encontra sites e blogs, vai no face encontra grupos, e se pergunta como surgiu estes desejos "tão estranhos". Aventuro-me a dizer de forma bem simples- pois existem muitos componentes para se analisar e daria muitos estudos para se entender de forma plena; que são frutos de uma vida escravizante, e se quer libertar-se disto ou dominando ou sendo dominado.

Uma sessão BDSM, os desejos mais escondidos são colocados para fora, liberando uma energia sexual nunca antes vista, a cena- roupas, chicotes, algemas, música, velas; mexem com símbolos do inconsciente coletivo que também transmitem uma liberação de energia sexual imensa.

Quando um submisso(a) é surrado este lança todas as suas frustrações em cada dor sentida,, cada ação submissa feita, da mesma forma o dominador(a) no ato de dominar, ele purga a vida escravizante e de lutas que tem e possui alguém para lhe servir. Além também, dos neurotransmissores que são acionados- endorfina, adrenalina, ocitocina etc...

O gozo é surpreendente, além do que pode se imaginar, alguns vão para o subspace, estado alterado de consciência- vou falar sobre isto em outro texto. Após uma sessão a sensação de alívio é imensa- a pressão mental é diminuída; aconteceu uma CATARSE.
A sensação de estar vivo e pulsando é maravilhosa, não se tem mais vontade de fugir da vida, ou beber para esquecer, se quer ter uma vida significante, ter uma relação D/s.

Uma sessão BDSM, tem uma ação catártica , gerando bem estar e profundo prazer, diferente das relações baunilhas, onde o descompasso entre o homem e a mulher é muito grande. Na sessão quem regula  o ritmo do prazer é o dominador(a), ele que controla, gerando prazer tendo prazer, a submissa(o) é extensão do seu dono(a).
Caso você se encaixa neste texto, viva seus sonhos, encontre alguém compatível com eles e seja feliz!!

Indicação de leitura:
  1. https://pt.wikipedia.org/wiki/Catarse
  2. http://www.significados.com.br/catarse/
Marcelo Santos 

Vídeo português sobre catarse- explosão de sentimentos. Mostra uma mulher que com insonia tem esta explosão!



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PARA UM BDSM COM MAIS RESPONSABILIDADE!